Archive for the 'geek' Category

Magalhães

Ontem tive a oportunidade de mexer num magalhães, o primeiro portátil  dos putos. Já se falou muito desta iniciativa,  bem e mal, mas não passaram de comentários sem fundamentos. Pelos visto a máquina é mais que apenas montada em Portugal, tem um aspecto agradável e ainda falta ver que sistema(s) operativo(s) que vai trazer. 

Estou certo que “o meu primeiro portátil” vai deixar os putos aos pulos, até os putos graúdos(como eu) vão gostar da máquina. Só espero que alguém crie conteúdos decentes para a iniciativa; ferro, lata e plástico não chega. 

A acompanhar o magalhães estava um moover t10 com SLED, grande máquina. Depois de ter visto o Eee e o Aspire One fiquei encantado com o t10. Só que espero que alguém trabalhe num sistema operativo adaptado ao nosso mercado e capaz de o fazer descer de preço.

Tenho algumas fotos, mas não sei se as posso publicar!

 

As minhas soluções: XEN

xen

Esta é uma das minhas preferidas, o XEN é uma ferramenta de virtualização de computadores. Apresenta características interessantes como suporte para virtualização assistida por harware (HVM), live migration, virtual networking ou limites de recursos. Como usa uma abordagem de paravirtualização consegue um desempenho muito próximo do nativo, acho que em alguns casos pode ser até mais rápido.

Da minha experiência é a melhor ferramenta(sem contar com containers) para ambientes Linux em centros de dados, sendo muito mais flexível que outras soluções, especialmente as comerciais. Para facilitar a instalação e gestão das máquinas virtuais uso as xen-tools, que me permitem criar máquinas virtuais a partir dos repositórios usando apenas um simples comando de linha.  O conjunto do XEN, das xen-tools e de mais umas ferramentas de visualização do estado das máquinas que eu próprio desenvolvi, tornam o XEN na minha  primeira escolha quando necessito de uma máquina nova. Se fosse possível tinha todos os servidores virtualizados, é tudo muito mais simples e funcional.

Um dos servidores que tenho  a  correr XEN, está à mais de dois anos com cerca de  10 máquinas virtuais, com zero problemas. O desempenho  é mais que aceitável,  qualquer uma das máquinas virtuais parece estar a correr em cima do hardware.

Uma das referências  do uso XEN é a Slicehost, que oferece aos seus clientes Servidores Privados Virtuais.

Relatório de inactividade

Tinha prometido uns artigos interessante mas à quase um mês que não actualizo o blog. Mas não andei a dormir, apenas ocupado:

Parti uma mesa no meio de uma aula. Dei uns retoques no blog. Tentei instalar um exchange e desisti, cheguei a instalar o w2k3. Andei a preparar uma apresentação sobre wikis e aplicações web. Comi pipocas patrocionadas por uns amigos meus. Fui como carro à primeira revisão. Descobri que o gasóleo está mais caro. Não fui ver o encontro de FLEX e AIR.

A maior parte deste tempo estive a fazer o trabalho de preparação para a dissertação, e escreve-la. Está entregue. Fui ver as apresentações de LGP e da INOVA.Gaia. A ixus 400 avariou, comprei uma EOS 450D e afinal a Canon vai reparar a ixus de borla. Para ouvir música comprei umas soundsticks II, para ter onde as pousar comprei uma mesa para o escritório, veio com mais um sofá. Mexi num Eee.

Descobri que não sou capaz de fazer uma chamada num telefone NOKIA, e descobri que as megane também voam. Andei atrapalhado com preparação de aulas, reuniões e avaliações. Instalei o Tiger no iBook para poder instalar o Firefox 3 o Openoffice 3.  Andei perdido com a actualização do  SSH em dezenas de máquinas e com alterações no dovecot. Removi a conta do HI5 e deixei de usar, mesmo, o MSN. Criei uma conta no flickr e actualizei o linkedin. Apanhei uns feriados pelo meio e só saí de casa para ir à praia e comer sardinhas. Ainda deu para ir a mais um encontro do Porto Linux.

Afinal o twitter serve para alguma coisa. Agora aguardem por artigos mais sérios!

TDT aka DVB-T

Este fim de semana fui visitar os meus pais a Valença e, quando liguei a TV, pude verificar que a Televisão Digital Terrestre já funciona para aqueles lados.  Não, não é nenhum piloto de TDT em Portugal, isso  ainda está para ver quem mete mais ao bolso.

Em Espanha a TDT já está em pleno funcionamento, e o sinal chega a casa dos meus pais. Apenas tiveram que comprar um equipamento, por uns 30€ e ligá-lo à TV. No televisor que testei, apenas com uma antena interior, a qualidade é excelente, bem melhor que a TVcabo(analógico). Com a mesma antena e com o sistema analógico a qualidade de imagem era péssima. Os canais são mais, também com canais de rádio. A qualidade do som é melhor,  tem informação dos programas que estão a dar e da programação, assim como opções de legendagem. Tudo isto completamente de borla.

A programação também é variada e com muito desporto. Numa “volta” aos canais consegui ver motociclismo, andebol, futebol, atletismo, golfe e regatas, nessa altura  3 dos 4 canais da TV portuguesa mostravam um documentário sobre a viagem de uns meninos ricos à Suiça.

As minhas soluções: eAccelerator

Este é primeiro artigo sobre as soluções informáticas que uso. Para começar de cheio de velocidade vou falar da minha experiência com o eAccelerator.

O eAccelerator é um acelerador de PHP que permite melhorar o desempenho dos scripts, guardando-os em memória depois de compilados. Desta forma o tempo gasto na compilação é eliminado, aumentando drasticamente a velocidade com que os pedidos são servidos. Claro que da primeira vez que o script é chamado tem que ser compilado.

Tal como é dito na página do projecto, com o uso do eAccelerator conseguimos diminuir a carga do servidor e ao mesmo tempo aumentar a velocidade com que são servidos os pedidos. O mesmo servidor pode servir os pedidos de uma forma até 10 vezes mais rápida. A minha experiência confirma estes valores.

Comecei por utilizar o eAccelerator para melhorar o serviço de um sistema de webmail baseado no Horde. Depois do Horde testei-o com o Moodle e os resultados também são excelentes, mas neste momento uso-o em quase todos os servidores de aplicações PHP. O dokuwiki e o wordpress são duas aplicações que ganham uma vida nova como o eAccelerator. Ao contrário do que estava à espera, são raros(ou nenhuns) os problemas originados pelo eAccelerator.

Existem outras soluções que fazem o mesmo que o eAccelerator, mas esta funciona tão bem que nem tenho sentido a necessidade de experimentar as outras. Qual a vossa experiência com soluções deste tipo?

Supermicro, uma má experiência

Um amigo meu precisou de actualizar um servidor na empresa dele, e falou comigo para o ajudar a escolher. A ideia era substituir um PC normal, com mais de 10 anos, que está a funcionar como servidor principal para toda a empresa com uns 15 utilizadores.

Como o hardware “barato” é cada vez mais fraco pensei em comprar um servidor de entrada de gama e não um PC especial de corrida. Como o novo servidor ia servir diversas máquinas virtuais, a memória, o número de núcleos de CPU e o espaço em disco eram as características mais importantes.

Um outro amigo aconselhou-me um supermicro, ele travalhava na netdominium que é o representante oficial para Portugal. Acabei por escolher SuperServer 5035G-TB, Pentium Quad core, 4G de RAM e dois discos de 500G.

Feita a encomenda fiquei à espera, três dias úteis diziam eles. Esperei, esperei, esperei e nada. Nem com contacto lá de dentro consegui ter uma certeza de entrega. Passado mais de um mês cancelei a encomenda. No mesmo dia fiz a encomenda de um DELL PowerEdge 840, com o mesmo disco, a mesma RAM mas com processadores Xeon. A diferença no preço foi de cerca de 20%, para baixo. Depois disto percebi porque é que o meu amigo queria sair, e saiu da netdominium, e porque é que um outro amigo estava com tanta dificuldade em conseguir uns dissipadores para uma MB SuperMicro.

Alfresco, Lucene index recovery

Quando copiamos o repositório de uma instalação de Alfresco para outra podemos ter que reiniciar reconstruir os índices do Lucene. Para isso paramos o serviço e editamos o  ficheiro webapps/alfresco/WEBINF/classes/alfresco/repository.properties dentro do local onde está instalado o Alfresco.

E onde está:
# The index recovery mode (NONE, VALIDATE, AUTO, FULL)
index.recovery.mode=VALIDATE

Alteramos para:
# The index recovery mode (NONE, VALIDATE, AUTO, FULL)
index.recovery.mode=FULL

Iniciamos o Alfresco e esperamos que a criação dos índices acabe, olhando para o ficheiro de log. É simples e pode resolver muitos problemas.

blog ++

Os anos passam, as pessoas crescem e blog deve acompanhar. Criei-o por pura diversão e para seguir a tendência, mas chegou a altura de fazer alguns ajustes.

Estou a tornar o blog mais sério, assim como o seu conteúdo. Comecei por instalar um tema mais agradável, actualizei para WP2.5 e até já tenho um about. O nunodantas.com redirecciona agora para o blog.

Ao nível dos conteúdos e a pedido de muitas famílias tenho uma novidade. Vou criar um tópico com “As minhas soluções” onde apresentarei a descrição e a justificação por usar certo tipo de soluções informáticas.
Ficam prometidas duas soluções para breve:

  1. eAccelerator
  2. XEN

$h

@ibook:

t-racer:~ ndantas$ history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
97 ssh
88 ls
57 cd
29 vi
28 scp
21 df
18 du
17 rm
17 ping
13 dmesg

O ssh é normal, o resto faz-me pensar em porque é que não uso o Finder!
No Desktop lá do trabalho:

ndantas@fear:~$ history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
97 ls
83 ssh
77 cd
48 ping
28 host
21 svn
15 python
13 rm
12 ps
10 vncviewer

Nos outros:

Estava a brincar…tenho mais que fazer :D

Um ano sem internet em casa

É dificil de acreditar mas é verdade. Estive um ano sem internet em casa. Depois de não ficar convencido com o serviço da TVcabo, que experimentei gratuitamente durante 90 dias, decidi não continuar com internet em casa.

Os primeiros meses foram complicados, parecia que faltava alguma coisa. Com o tempo habituei-e e passei a ver a falta de internet como um privilégio. Mais tempo livre, menos preocupações, isolamento completo do trabalho fora dele, mais voltas de bicicleta, mais praia, mais churrascos, mais…
Como podem imaginar a vida sem internet é mais animada e agradável, mas só durou um ano. Neste momento já tenho internet, pois estou cheio de trabalhos extra para fazer, além do mestrado. Depois conto como escolhi o acesso.

Onde está o nDSL?

Desafio todos os possuidores de um blog a perguntar o mesmo!

MS Office:mac II

Depois da tentativa falhada de testar o Office 2008 para Mac tive a oprtunidiade de o testar num iBook igual ao meu mas com o  Leopard.

O experiência foi rápida. O Word, Exel e Powerpoint são tão lentos que se torna impossível usá-los, logo, não posso falar.

A grande surpresa veio do outlook entourage, tem um aspecto muito agradável, parece fácil de configurar e usar e até se liga a outras coisas que não exchange.
Ah, vi o preço daquilo na Fnac e assustei-me!

UP e-learning café

Abriu no dia 21 o primeiro e-learning café da Universidade do Porto. No domingo passei por lá para ver o ambiente e gostei. É um óptimo sitio para estudar, fazer trabalhos escolares e não só.

No piso de baixo além do bar e da zona chillout existe uma sala multimédia que é excelente para actividades didáticas. No piso superior está a zona de trabalho, com mesas para trabalho em grupo e mesas individuais com terminais.

Estes terminais são 24  Sun Ray  270, e dão acesso a uma sessão JDS com as aplicações Mozilla Firefox, Pidgin, e StarOffice.
Todo o espaço está coberto pela rede eduroam. É certamente um espaço que vou visitar regularmente. Parabéns à UP pela iniciativa.

UNIX® Certification

Mac OS X is now a fully certified UNIX operating system, conforming to both the Single UNIX Specification (SUSv3) and POSIX 1003.1. Deploy Leopard in environments that demand full UNIX conformance and enjoy expanded support for open standards popular in the UNIX community such as the OASIS Open Document Format (ODF) or ECMA’s Office XML.

Por mais vezes que leia esta frase(a segunda) não consigo perceber o que eles querem dizer. Retirada daqui.

Crazy bike

Tal com tinha prometido, entretanto passaram quase 3 anos, disponibilizo o vídeo de uma bicicleta articulada. O primeiro piloto é um profissional, não tentem fazer isto em casa. O segundo sou eu, e não correu lá muito bem.

Podem ver os pormenores da bicicleta nestas fotos.Como não tenho conta no youtube o relax fez o favor de o colocar lá.

Usabilidade Zero

Ando irritado com os sites nacionais. Tentei fazer o registo na página da via verde e consegui. A resposta foi algo do género: “registo efectuado”. E agora? Onde é vão parar as credenciais de acesso? A casa? Custava muito escrever
isso aí?

Outro engraçado é o da UZO, para entrar pede uma password. Não encontrei em lado nenhum como se consegue a password de acesso nem como a recuperar. Acabei por a encontrar num cartão que andava lá perdido por casa. E se eu alterar a password e a esquecer, como a recupero? Ligando para lá com uma chamada a pagar? Deve ser…
Fazer uma simulação de um seguro automóvel também não fácil, nem difícil, simplesmente não é. Uns dizem que o valor a pagar é ” um espaço em branco”, noutros não dá para “avançar”. Já não sei onde foi que cada vez que deixava um campo por preencher me diziam que ocorreu um erro, que devia contactar o helpdesk. Encontrar os simuladores também não é fácil, quando existem.Ou seja, ainda não consegui fazer uma única simulação.

Algo que encontrei de comum em quase todas as páginas era um “aspx” no endereço. Será que isto quer dizer alguma coisa ou é erro meu? Eu usei dois navegadores web diferentes… vou testar com outro sistema operativo.

O que mais me irrita nem é a tecnologia usada mas a falta de sentidos dos responsáveis destas empresas. Será que não têm olhos na cara?

Avanços na virtualização.

A virtualização é a área em que tenho gasto a maior parte do meu tempo. Feitas as contas já tenho perto de 50 máquinas virtuais repartidas por 5 Servidores. Até o meu projecto de fim de curso foi sobre virtulaização de servidores. Tenho estado atento a todas as evoluções, ultimamente chegam noticias interessantes quase todos os dias.

Tal como eu já tinha comentado com muita gente a virtualização está a ficar cada vez mais perto do hardware. A VMWare apresentou o ESX Server 3i e a Xensource(Citrix) o primeiro hypervisor embutido.
O VD já tinha falado disso e também da implementação Open Source das VMware tools.

Outra notícia importante é a criação de uma especificação de um formato comum a várias plataformas de virtualização.
Isto começa a ficar cada vez mais interessante, e vem confirmar que a aposta na virtualização foi ganha.

As fotos do motor partido.

Tal como tinha prometido deixo aqui as fotos do motor do meu carro. Primeiro da parte da frente, por onde saiu uma biela:

img_2548.JPG

E na parte de trás:

img_2545.JPG

O motor antigo está a decorar o jardim lá de casa:

img_2546.JPG

Já perceberam o que é que eu queria dizer com “partiu”?

Máquina do tempo.

O meu iBook é uma máquina tão avançada tecnologicamente que até faz o tempo andar para trás:

Há coisas fantásticas, não há?

GNOME test drive

No final do mês passado iniciei um “test drive” do GNOME. Nos últimos tempo usei KDE, mas como toda a gente fala bem do GNOME decidi experimentar para ter uma opinião própria.

Não sou propriamente um “fundamentalista” do KDE, durante muito tempo usei wmaker, afterstep, fvwm e CDE.

O “test drive” durou cerca de duas semanas, tentei fazer tudo o que faço diariamente mas recorrendo às aplicações para GNOME que estão num Debian etch. Foi também a altura em que passei a ter dois monitores, um Dell de 20” e um samsung de 17” ligados a uma placa gráfica ATI que só dá dores de cabeça. OS drivers da ATI são…são uma…
Vamos lá ver:

Interface: Agradável, aparentemente funcional, mais rápido que o KDE. O controlo sobre as janelas pareceu-me inferior ao do KDE e o suporte para dois monitores também. Abrir janelas e aplicações en gnome com dois monitores é a confusão total. Aquela bara superior não serve para quase nada e rouba muito espaço.
Configurações: Está tudo separado, é uma confusão. No KDE é mais simples e rápido de configurar o ambiente de trabalho a meu gosto.

IM: Tentei o Gaim, não perdi muito tempo com os plugins e configurações. As notificações visual não funcionam bem, pelo menos comigo, muitas vezes não percebia que estava alguém a tentar falar comigo. Falta-lhe um campo para procurar contactos, quando a lista de contactos é grande é muito complicado encontrar alguém. O kopete faz isso lindamente.

Consolas: Depois de algumas configurações consegui ter o gnome-terminal tão funcional como o konsole, apenas ficou a faltar o comutação circular entre tabs. Esta é a aplicação que mais uso.

Fontes: Nada a apontar.

Gestão de ficheiros: Não me entendi com aquilo. O konqueror é muito melhor, sei que há muitos para testar…continuo a achar o konqueror o melhor gestor de ficheiros que testei.
Web e mail: Usei o firefox/thunderbird, os mesmo que uso com o KDE.

No geral o ambiente é bom, mas ainda não é desta que me convence. Mesmo assim acho que se trabalha melhor em GNOME que em qualquer versão do Windows.