Archive for the 'MX' Category

Crazy bike

Tal com tinha prometido, entretanto passaram quase 3 anos, disponibilizo o vídeo de uma bicicleta articulada. O primeiro piloto é um profissional, não tentem fazer isto em casa. O segundo sou eu, e não correu lá muito bem.

Podem ver os pormenores da bicicleta nestas fotos.Como não tenho conta no youtube o relax fez o favor de o colocar lá.

Partir pedra…

Depois da primeira época de exames chegou a altura de ir partir pedra para outro sítio. No Domingo passado eu e uns amigos, os “esgota pipas”, fizemos uma passeio de mota até à Peneda. Pedra havia muita para partir, mas acho que quem acabou partido fui eu.

Pelas fotos podem ver que é uma viagem que vale a pena:
http://web.fe.up.pt/~ndantas/peneda/

Este caminho é pedestre…é o chamado trilho da Peneda. Já sabem porque é que aquilo se chama Peneda?

Muitos CPUs

Os fabricantes andam com vontade nos oferecer(vender) cada vez mais “cores” dentro de um CPU. Para mim nunca fez sentido o aumento da frequência de relógio para aumentar o desempenho. O processamento paralelo sempre me pareceu a melhor opção, mas o mercado é que manda e os fabricantes só querem ganhar dinheiro.

Aparentemente o aumento de “cores” só tem vantagens, mas será que os sistemas operativos estão a acompanhar esta tendência?

Nos Linux e outros unices não vejo problemas. No windows só aparecem limitações, reparei nisso nos últimos testes que fiz com o XEN.
O XP home só vê um CPU, o professional 2. O 2003 Server standard 4 e o enterprise 8. Acima de 8 CPUs só o datacenter edition.

Nem vi como é no Vista, certamente que numa máquina das novas(core 2 duo) o equivalente ao XP home não serve.

No desktop o normal já é ter 2 ou 4 processadores (2 cores +HT) e nos servidores 8(2x 4 cores), temos é que comprar licenças mais caras para os poder usar.

Fim de semana aos saltos.

Pois é, finalmente chegaram as peças que faltavam para a mota. No Sábado de manha o dia prometia, estava sol. Comecei a montar a viatura, estava tudo a correr muito bem…
Ao inicio da tarde a mota estava pronta para, mas, começou a chover. Três meses sem andar de mota e quase sem chover…tinha que chover desta vez.
No Domingo de manha juntei-me com os amigos do costume, pusemos as motas no reboque e fomos para a pista. Estava tanto nevoeiro que não se via um palmo à frente dos olhos, de qualquer forma deu para matar saudades.
À tarde o sol voltou, então regressamos â pista e foi a tarde toda aos saltinhos.