Supermicro, uma má experiência
Um amigo meu precisou de actualizar um servidor na empresa dele, e falou comigo para o ajudar a escolher. A ideia era substituir um PC normal, com mais de 10 anos, que está a funcionar como servidor principal para toda a empresa com uns 15 utilizadores.
Como o hardware “barato” é cada vez mais fraco pensei em comprar um servidor de entrada de gama e não um PC especial de corrida. Como o novo servidor ia servir diversas máquinas virtuais, a memória, o número de núcleos de CPU e o espaço em disco eram as características mais importantes.
Um outro amigo aconselhou-me um supermicro, ele travalhava na netdominium que é o representante oficial para Portugal. Acabei por escolher SuperServer 5035G-TB, Pentium Quad core, 4G de RAM e dois discos de 500G.
Feita a encomenda fiquei à espera, três dias úteis diziam eles. Esperei, esperei, esperei e nada. Nem com contacto lá de dentro consegui ter uma certeza de entrega. Passado mais de um mês cancelei a encomenda. No mesmo dia fiz a encomenda de um DELL PowerEdge 840, com o mesmo disco, a mesma RAM mas com processadores Xeon. A diferença no preço foi de cerca de 20%, para baixo. Depois disto percebi porque é que o meu amigo queria sair, e saiu da netdominium, e porque é que um outro amigo estava com tanta dificuldade em conseguir uns dissipadores para uma MB SuperMicro.
Alfresco, Lucene index recovery
Quando copiamos o repositório de uma instalação de Alfresco para outra podemos ter que reiniciar reconstruir os índices do Lucene. Para isso paramos o serviço e editamos o ficheiro webapps/alfresco/WEBINF/classes/alfresco/repository.properties dentro do local onde está instalado o Alfresco.
E onde está:
# The index recovery mode (NONE, VALIDATE, AUTO, FULL)
index.recovery.mode=VALIDATE
Alteramos para:
# The index recovery mode (NONE, VALIDATE, AUTO, FULL)
index.recovery.mode=FULL
Iniciamos o Alfresco e esperamos que a criação dos índices acabe, olhando para o ficheiro de log. É simples e pode resolver muitos problemas.
http://fe.up.pt, finalmente
Depois de muitos anos, depois de muitas sugestões e depois de milhares de w’s teclados a página principal da FEUP pode ser acedida sem o www.
Mais vale tarde que nunca!
blog ++
Os anos passam, as pessoas crescem e blog deve acompanhar. Criei-o por pura diversão e para seguir a tendência, mas chegou a altura de fazer alguns ajustes.
Estou a tornar o blog mais sério, assim como o seu conteúdo. Comecei por instalar um tema mais agradável, actualizei para WP2.5 e até já tenho um about. O nunodantas.com redirecciona agora para o blog.
Ao nível dos conteúdos e a pedido de muitas famílias tenho uma novidade. Vou criar um tópico com “As minhas soluções” onde apresentarei a descrição e a justificação por usar certo tipo de soluções informáticas.
Ficam prometidas duas soluções para breve:
- eAccelerator
- XEN
$h
@ibook:
t-racer:~ ndantas$ history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
97 ssh
88 ls
57 cd
29 vi
28 scp
21 df
18 du
17 rm
17 ping
13 dmesg
O ssh é normal, o resto faz-me pensar em porque é que não uso o Finder!
No Desktop lá do trabalho:
ndantas@fear:~$ history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
97 ls
83 ssh
77 cd
48 ping
28 host
21 svn
15 python
13 rm
12 ps
10 vncviewer
Nos outros:
Estava a brincar…tenho mais que fazer ![]()
Um ano sem internet em casa
É dificil de acreditar mas é verdade. Estive um ano sem internet em casa. Depois de não ficar convencido com o serviço da TVcabo, que experimentei gratuitamente durante 90 dias, decidi não continuar com internet em casa.
Os primeiros meses foram complicados, parecia que faltava alguma coisa. Com o tempo habituei-e e passei a ver a falta de internet como um privilégio. Mais tempo livre, menos preocupações, isolamento completo do trabalho fora dele, mais voltas de bicicleta, mais praia, mais churrascos, mais…
Como podem imaginar a vida sem internet é mais animada e agradável, mas só durou um ano. Neste momento já tenho internet, pois estou cheio de trabalhos extra para fazer, além do mestrado. Depois conto como escolhi o acesso.
As mangas também se comem

Visto lá para os lados de Tomar.
Dissertação, já tem nome
Utilização de técnicas de virtualização de computadores para a realização de trabalhos laboratoriais de redes e serviços de comunicação
Bateria para o iBook, capitulo III
Depois disto, mais uma ao abrigo do programa de trocas.
Obrigado Apple, esta já estava mesmo morta!
Onde está o nDSL?
Desafio todos os possuidores de um blog a perguntar o mesmo!
MS Office:mac II
Depois da tentativa falhada de testar o Office 2008 para Mac tive a oprtunidiade de o testar num iBook igual ao meu mas com o Leopard.
O experiência foi rápida. O Word, Exel e Powerpoint são tão lentos que se torna impossível usá-los, logo, não posso falar.
A grande surpresa veio do outlook entourage, tem um aspecto muito agradável, parece fácil de configurar e usar e até se liga a outras coisas que não exchange.
Ah, vi o preço daquilo na Fnac e assustei-me!
O último pinguim a preto e branco
Já se passou algum tempo desde isto, mas só agora consegui substituir o último pinguim a preto e branco. Por coincidência o nome da máquina era mesmo pinguim! Agora só temos camaleões e espirais, estes últimos em maior quantidade.
MS Office:mac
Começa mal, escolho para não instalar o MSN Messenger e ele instala. Também não instalou o RDC…
Acho que o vou remover antes de experimentar.
Sou mesmo bronco…estava a instalar o 2004. O 2008 não instala no meu iBook. O melhor é remover tudo.
UP e-learning café
Abriu no dia 21 o primeiro e-learning café da Universidade do Porto. No domingo passei por lá para ver o ambiente e gostei. É um óptimo sitio para estudar, fazer trabalhos escolares e não só.
No piso de baixo além do bar e da zona chillout existe uma sala multimédia que é excelente para actividades didáticas. No piso superior está a zona de trabalho, com mesas para trabalho em grupo e mesas individuais com terminais.
Estes terminais são 24 Sun Ray 270, e dão acesso a uma sessão JDS com as aplicações Mozilla Firefox, Pidgin, e StarOffice.
Todo o espaço está coberto pela rede eduroam. É certamente um espaço que vou visitar regularmente. Parabéns à UP pela iniciativa.
Nokia Acquires Trolltech
Se o ano passado foi rico em aquisições, este está a começar bem melhor. Desta vez foi a Trolltech, pela Nokia:
http://trolltech.com/28012008/28012008
Carros e camiões
Quem é que se lembrou de colocar umas sombras à volta de um programa televisivo de automóveis? E porque é que os outros foram copiar essa ideia idiota? Todos(acho que o Porto Canal ainda não) os programas de automóveis da TV aparecem com essa sombra…parece que a televisão está avariada.
O que é que se passa com os condutores de veículos pesados? Andam todos loucos? Será que lhes descontam do ordenado por minuto de atraso? São ultrapassagens loucas, passagens de faixa como só se vê nos carrinhos de choque, passam por mim que até me abanam quando eu já vou no limite de velocidade, quanto mais perigosa é a carga maior a agressividade na estrada, se as faixas esquerda estão ocupadas a faixa para a saída à direita é óptima para ultrapassar, STOPs devem ser só para os ligeiros… sei lá…deve ser do preço do combustível!
Resultado da candidatura
Recebi um mail com isto:
A candidatura relativa ao concurso de ingresso do regime Licenciatura e Análise Curricular 3ª fase para o ano lectivo 2007/08, para o curso Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, teve o resultado Colocado.
Lisboa Dakar 2008
Isto hoje tá cheio da camelo…
Offline
Durante os próximos 7 dias.
Microsoft não reage
É uma guerra onde eu não me queira meter, mas reparei em algo estranho. Claro que estou a falar da guerra de formatos OOXML e ODF.
Todos os dias aparecem artigos em blogs e a defender um ou outro formato. Muitas vezes são feitas acusações, no mínimo graves, a cada uma das partes, mas normalmente a Microsoft é o alvo destas acusações.
Até aqui tudo normal, o que eu não acho normal é falta de reacção formal da Microsoft. Já os vi, por muito menos, fazer ameaças sérias, abrir processos legais e retirar privilégios a quem não vai na onda deles, mas neste caso não se passa nada.
Não se passa nada formal, à frente de toda a gente, porque nos bastidores a movimentação parece ser grande.
Por que é que não reagem? Terá a Microsoft telhados de vidro neste processo?
Encontros portolinux
Já se passou algum tempo desde o último encontro do Portolinux, para mim foi em encontro especial que merece ser comentado.
O grupo fez, durante o último ano, vários encontros técnicos e sociais. Para comemorar um ano de vida e a época das festas, programamos um encontro técnico seguido de um encontro social com ligação ao jantar de Natal do grupo.
Não podia ter corrido melhor. Hoje em dia não é fácil juntar um grupo de cerca de 20 pessoas, durante mais de 10 horas a conviver à volta de um tema como o Linux. Fazer isto nesta época e sem grandes campanhas de divulgação é realmente gratificante.
O encontro técnico estava planeado para rodar à volta do Apache, foi isso o que aconteceu, mesmo com a falta do orador principal que adoeceu. O Manuel falou da sua experiência com o mod_proxy e eu tentei passar todos os truques que conheço sobre como melhorar o desempenho do Apache.
A atenção e participação do público foi óptima, o que permitiu fugir para outros temas, como combate a SPAM ou distribuições de Linux.
Experimentamos pela primeira vez as Ligthning Talks, uma sobre o apt-cacher e outra sobre a LIP decorrida na FCUP.
Tenho que agradecer aos oradores pelas suas apresentações e ao ISEP por ter disponibilizado a sala.
Do encontro técnico foi um saltinho para um café logo ali ao lado e começou o encontro social. Chegaram uns e foram embora outros, a média de pessoas manteve-se. Entre as meias de leite e tostas mistas deu para falar de tudo um pouco. De como tinha corrido o encontro, das actividades que estão previstas, algumas ideias para encontros criativos e lúdicos(bzflag), concurso de programação e muito mais. Perdemos algum tempo a tentar importar os vídeos feitos, nem o Mac OS X nem o Ubuntu foram capazes de resolver o problema. Como sempre houve uma guerra de linguagens de programação: Perl, PHP, java, ruby, python….
Estação final, o caçula, restaurante agradável no cento do Porto. Mais uma vez, entraram uns e saíram outros. O numero total de participantes ficou perto dos 25.
A conversa foi animada durante todo o jantar, falamos de tudo e de mais alguma coisa. A certa altura a conversa começou a baixar de nível, sim falou-se de assembly.
O ponto alto da festa foi o bolo. Fiz uma surpresa aos participantes e levei um bolo com o desenho do Tux. Não ficou nada, acho que gostaram.
O formato aberto deste grupo tem funcionado muito bem e os encontros são uma mostra disso. Já estamos a chamar para os encontros gente de fora do Porto, desta vez tivemos a visita de pessoas de Braga.
Espero que o grupo continue a crescer e organizar mais encontros como este, o feedback de quem tem aparecido é sempre positivo.
Nota: O tempo das LIP’s já foi!
Update: Algumas correções…tenho que aprender a escrever!
Oracle VM
Já não é uma novidade nenhuma, mas tenho que dar a minha opinião sobre isto.
Todos os produtos da Oracle são muito “respeitados” aqui no trabalho. A opinião geral é que tudo o que a Oracle faz é melhor que os outros, e o Oracle VM já criou alguma agitação.
Toda a gente sabe que o Oracle VM é baseado no XEN, e já usado por aqui à muito tempo. De repente as pessoas falam deste produto como sendo o melhor software de virtualização existente.
Para quem vê o que diz na página da Oracle, até parece verdade:
Oracle VM is server virtualization software that fully supports both Oracle and non-Oracle applications, and is three times more efficient than other server virtualization products.
Até 3 vezes mais eficiente que os concorrentes, máquinas virtuais Windows, baixo custo e um interface de configuração. Não devem considerar o XEN concorrente, de certeza!
Pelo que vi do Oracle VM é tão baseado com o XEN que, na minha opinião, não tem quase nada de diferente. Não passa de uma distribuição Linux preparada para correr XEN, à qual foi adicionado uma interface de gestão e configuração. Uma nota positiva vai para a documentação, aí fizeram muito bom trabalho.
Um comentário que ouvi fez-me pensar que o Oracle VM corria Windows com um desempenho superior ao do XEN( versão open source), afinal era “tanga”. Lá no meio da documentação ode ler-se que o desempenho é fraco, mas eles estão a desenvolver drivers para resolver o problema.
Resumindo, de novo só temos o interface de configuração, boa documentação e o suporte da Oracle por dar jeito em algumas situações. Assim sendo, eu continuo com o XEN, Debian, xen-tools e alguns scripts que eu próprio desenvolvi!
Continuo à espera de uns drivers decentes para correr o Windows….
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